Modelo de Referência OSI

Hoje vamos falar sobre o modelo de referência OSI (Open System Interconnection) porém, em vez de detalhar demais toda a história, será apresentado de forma prática e nada prolixa..

Lei de Kirchhoff

Lei de Kirchhoff Gustav Kirchhoff foi, pelo menos em minha humilde opinião, um dos físicos mais fantásticos, este teve uma contribuição interessante no ramo dos campos elétricos.

Quem sou eu

Meu nome é Cléber Brito, minha carreira como profissional começou à 14 anos atrás quando terminei o curso de eletrotécnica, naquela ocasião trabalhei como técnico em telefonia instalando e configurando.

Video Aula

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22 de dezembro de 2009

Ufá!!!

Galera, estava hoje fazendo uma prática de DHCP NAP e me deparei com um problema que pode parecer bobagem para alguns mas, para mim, me deu um certo trabalho. O cliente DHCP sempre pegava um IP desconhecido 192.168.85.2, daí, fazendo uma rápida pesquisa no Oraculo (Google) descobri como resolver este problema, lá vai.


Details
I want to disable the VMware DHCP service on my host computer. What steps do I need to take?

Solution
Follow the steps shown below for your host operating system. On a Windows host, you can choose to disable the service completely or to set it to start only when you start it manually.

Windows 2000

Click Start, then choose Settings>Control Panel>Administrative Tools>Services.
Scroll down and select VMware DHCP Service.
Right-click the highlighted line and choose Properties.
Click the Stop button.
In the Startup type list, select Disable or Manual.
Click OK.
Windows XP Home

Click Start, then choose Settings>Control Panel.
Click Performance and Maintenance.
Click Administrative Tools.
Double-click Services.
Scroll down and select VMware DHCP Service.
Right-click the highlighted line and choose Properties.
Click the Stop button.
In the Startup type list, select Disable or Manual.
Click OK.
Windows XP Professional or Windows Server 2003

Click Start, then choose Settings>Control Panel.
Click Administrative Tools.
Double-click Services.
Scroll down and select VMware DHCP Service.
Right-click the highlighted line and choose Properties.
Click the Stop button.
In the Startup type list, select Disable or Manual.
Click OK.
Linux for Workstation 5.x and VMware Server 1.x

Open the file /usr/lib/vmware/net-services.sh in a text editor.
Locate the following section (lines 697-699, as seen in Workstation 5.5.1, build 19175):
vmware_bg_exec 'Host-only networking on /dev/vmnet'"$vHubNr" \
  vmware_start_hostonly "$vHubNr" 'vmnet'"$vHubNr" \
  "$hostaddr" "$netmask" 'yes'
Change yes to no. The resulting section should look like this:
vmware_bg_exec 'Host-only networking on /dev/vmnet'"$vHubNr" \
  vmware_start_hostonly "$vHubNr" 'vmnet'"$vHubNr" \
  "$hostaddr" "$netmask" 'no'
Save the file.
As root, run /usr/lib/vmware/net-services.sh restart to restart the service.
Linux for Workstation 4.x and GSX Server 3.x

Power off any open virtual machines (and close any associated remote consoles).
Open the file /etc/init.d/vmware in a text editor.
Locate the following section:
# Start a DHCP server on a private IP network
vmware_start_dhcpd() {
  local vHostIf="$1" # IN

  # The daemon already logs its output in the system log, so we can safely
  # trash it
  cd "$vmdb_answer_BINDIR" && "$vmdb_answer_BINDIR"/"$dhcpd" \
    -cf "$vmware_etc_dir"/"$vHostIf"/dhcpd/dhcpd.conf \
    -lf "$vmware_etc_dir"/"$vHostIf"/dhcpd/dhcpd.leases \
    -pf /var/run/"$dhcpd"-"$vHostIf".pid "$vHostIf" >/dev/null 2>&1
}
Add the line exit 1 in the position shown below.
# Start a DHCP server on a private IP network
vmware_start_dhcpd() {
  local vHostIf="$1" # IN
  exit 1

  # The daemon already logs its output in the system log, so we can safely
  # trash it
  cd "$vmdb_answer_BINDIR" && "$vmdb_answer_BINDIR"/"$dhcpd" \
    -cf "$vmware_etc_dir"/"$vHostIf"/dhcpd/dhcpd.conf \
    -lf "$vmware_etc_dir"/"$vHostIf"/dhcpd/dhcpd.leases \
    -pf /var/run/"$dhcpd"-"$vHostIf".pid "$vHostIf" >/dev/null 2>&1
}
Save /etc/init.d/vmware.
Restart your host operating system.

Link da solução.

11 de dezembro de 2009

GNZ

O Global Names Zone (GNZ) é um novo recurso utilizado no Windows Server 2008 que habilita clientes DNS dentro duma floresta no AD a usar o simples nome para comunicação. Esta característica é útil levando-se em consideração que em muitas situações é mais interessante usar um nome simples para identificar um ativo numa grande rede do que o FQDN. Mas, talvez você pense que o GNZ veio para substituir o WINS, eu particularmente acho que não (pelo menos por enquanto), e digo apenas dois motivos que me veio neste momento a memória: o WINS faz atualização dinamicamente, o GNZ tem que ser feito manualmente através do DNS, o WINS pode trabalhar com S.O mais antigos, o GNZ só trabalha com servidores Windows 2008.
Mas o meu objetivo nesta postagem é falar bem do GNZ e não mal (risos), então vamos lá.
Se você está querendo aposentar o seu servidor WINS, ou está pensando em implantar IPv6 no seu ambiente, o Globalnames cairá como uma luva. Percebam que muitos clientes atualmente estão dando importância a resolver nomes na rede utilizando um único nome, no caso do GNZ estes nomes estão registrados no DNS para o domínio ao qual eles pertencem. Outro ponto legal é que para um cliente com vários domínios, gerir uma lista de pesquisa de sufixo para todos os clientes pode ser pesado, por este motivo em ambientes que exigem uma única resolução de nomes simples o GNZ oferece uma solução mais escalável.

Para ficar mais claro, vamos criar um pequeno cenário:

Os administradores de TI numa empresa decidiram que irão tirar todos os servidores WINS e parar de usar NetBT. Eles querem desenvolver um ambiente que trabalhe com o IPv4 e IPv6 . Eles também querem, no entanto, continuar a ser capaz de garantir que os nomes de host de servidores importantes, tais como servidores Web, permanecem originais por toda a floresta.
Após um estudo minucioso decidiram que um dos nomes que será chamado na Zona GlobalNames de serverwer, de modo que se um usuário digitar na barra de endereços do navegador serverweb, ele será direcionado para o nome de domínio totalmente qualificado que é configurado no GNZ.

Requisitos de configuração
Pré-requisitos

Para obter a funcionalidade GNZ num determinado domínio ou floresta, todos os servidores de DNS autoritários deve estar executando o Windows Server 2008.

Assegure-se que não há nenhuma zona previamente existente chamado GlobalNames. Se houver, você deve renomear a zona existente.

Assegurar que a definição de registo GlobalNames zona foi ativado em todos os servidores de DNS, incluindo aqueles que não hospeda o GNZ localmente, usando dnscmd como segue:
dnscmd ./ config /enableglobalnamessupport 1.

Pelo fato do GNZ ser estático na sua configuração, quando tem o AD DS integrado, ele não deve produzir uma quantidade excessiva de tráfego na rede entre os servidores de DNS do controlador de domínio que hospeda o GNZ.


Obs. 1 Galera, estou fazendo esta postagem às 02 da manhã, prometo a vocês que o mais breve possível mostrarei em uma vídeo aula como configurar o GNZ.

Ob. 2 Quanto ao curso de VBScript, eu não me esqueci, voltarei a postar o mais breve possível.

11 de novembro de 2009

CCA - Cisco Certified Architect

Cisco Certified Architect
O CCA é o mais elevado nível de certificação dentro da carreira de certificações Cisco. É o ponto alto para os indivíduos que desejam mostrar sua validação formal nas tecnologias Cisco e da arquitetura de infraestrutura.

Sei que este assunto não é mais novidade para muito de vocês, mas resolvi falar. A Cisco criou uma nova certificação que supera a CCIE (Cisco Certified Internetwork Expert) que até então era a top level. Esta nova certificação tem como foco principal o reconhecimento de profissionais que tenham competência em designer de arquitetura de rede. Vê-se que cada vez mais, as organizações tornam-se mais complexas e, por este motivo, a Cisco Systems preocupada com o perfil do engenheiro de redes que pudesse ter habilitação para unir tanto o conhecimento técnico como também o relacionado aos negócios, criou o CCA, ou seja, efetivamente traduzir estratégias empresariais em evolução de estratégias técnicas.
Não existe ainda um curso focado para preparar o engenheiro de redes para a prova de certificação porém, os candidatos que pretendem atingir este grau de certificação devem passar por um comitê e defender a sua solução de redes. Outro pré-requisito é a certificação CCDE (Cisco Certified Design) que validará o seu nível de habilidade de negócios.
Agora, aqui entre nós, o cara que conseguir ser um CCA será o “SUPER MASTER BLASS” de redes, não vai demorar muito e vão criar até uma reza para o “São CCA”

7 de setembro de 2009

Ritalina - O remédio do CDF???

Semana passada, durante o curso de Redes que ministrei em Recife, foi levantado uma questão por um dos alunos que causou certa inquietude na turma, - quem já ouviu falar duma medicação chamada Ritalina? Dizem que é muito boa para melhorar a capacidade de concentração.
Nesta sessão que se inicia (Curiosidades) iremos tratar sobre essa medicação que, diga-se de passagem, está sendo muito utilizada e quais são seus efeitos colaterais e implicações para que usam.
Metilfenidato (nome comercial Ritalina) é uma substância química, utilizada como fármaco do grupo das anfetaminas com ação no lóbulo pré-frontal. É usada para tratamento medicamentoso dos casos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), narcolepsia e hipersônia idiopática do sistema nervoso central (SNC). Pesquisas atuais demonstram que sua utilização é altamente recomendada nos casos em que o tratamento terapêutico e o acompanhamento familiar já foram iniciados. A TDAH é um transtorno metabólico neural, que resulta em comportamentos mal adaptados; o metilfenidato pode favorecer a quebra do "círculo vicioso" criado pela hiperatividade em especial . Como toda medicação, o metilfenidato deve ser usado e dosado por profissional médico especializado neste tipo de transtorno. Por ser uma medicação psicoestimulante, seu uso provocaria uma maior produção e reaproveitamento de neurotransmissores, a exemplo: dopamina e serotonina. Entretanto, há controvérsia sobre a produção e reaproveitamento da serotonina pelo cérebro das pessoas portadoras do TDAH. Especialistas no transtorno, atualmente, não crêem que haja prejuízo no controle deste neurotransmissor, ao contrário do que ocorre com a noradrenalina.

História

O primeiro estudo clínico de que se tem registro, avaliando a eficácia de um estimulante para o tratamento da síndrome de hiperatividade, data do ano de 1937. Charles Bradley dirigiu, então um estudo em que se administrava anfetamina (benzedrina) a um grupo de crianças hiperativas. As conclusões da experiência foram entusiasmantes: observaram-se progressos significativos. Anos mais tarde, em 1944, sintetizou-se pela primeira vez o metilfenidato. Durante a Segunda Guerra Mundial experimentaram-se inumeros variantes químicos da anfetamina, em busca de moléculas análogas, mas com efeitos colaterais menos severos.
Em 1954,[3] o novo composto foi patenteado. A ação do metilfenidato sobre o organismo humano revelou, comparado às classes farmacêuticas conhecidas até o momento, surtir menos efeitos colaterais neurovegetativos (sobretudo, vasoconstritores e broncodilatadores). Reações adversas como a redução do apetite e a insônia mostraram-se menos frequentes e melhor toleradas.

Indicações originais

A companhia farmacêutica Ciba (precursora da Novartis lançou o produto no mercado em 1955, com o nome de Ritalina. Foi utilizado em uma série de indicações. Não tardaram a chegar as primeiras informações sobre sua função nos tratamentos de narcolepsia.[4] O Physician's Desk Reference de 1957 afirmava que estava indicado em casos de fadiga crônica e estados de letargia e depressivos, incluindo aqueles associados com agentes tranquilizantes e outras drogas, conduta senil perturbada, psiconeuroses e psicoses associadas com depressão.
No começo dos anos 1960, popularizou-se no tratamento de crianças com TDAH. Neste tempo a Ritalina ganhava grande atenção devido a reportagens sobre o uso corrente entre celebridades do mundo político[6] e da ciência, como o astronauta Buzz Aldrin, e o matemático Paul Erdős.

Indicações



Mecanismo de ação

É um potente inibidor da recaptação da dopamina e da noradrenalina. Bloqueia a captura das catecolaminas pelas terminações das células nervosas; impede que sejam removidas do espaço sináptico. Deste modo a dopa e a nora extracelulares permanecem ativas por mais tempo, aumentando significamente a densidade destes transmissores nas sinapses. O metilfenidato possui potentes efeitos agonistas sobre os receptores alfa e beta adrenérgicos. O fármaco eleva o nível de alerta do sistema nervoso central. Incrementa os mecanismos excitatórios do cérebro. Isto resulta numa melhor concentração, coordenação motora e controle dos impulsos.



Efeitos colaterais

O uso do Metilfenidato pode causar efeitos colaterais como:
• Perda de apetite
• Perda de sono
• Alteração do humor
• Dores no estômago
• Ressecamento dos labios

O uso de metilfenidato pode ocasionar efeitos cefaléicos, taquicárdicos, palpitações, hipertensão arterial, febre, erupções cutâneas, queda de cabelo, agressividade, em casos extremos hepatoblastoma, anemia, perda de peso, leucopenia, hipersensibilida, visão embaçada e convulsões. Pacientes que realizaram o tratamento com metilfenidato e fizeram abuso de bebidas alcoolicas relatam moderada resistência aos efeitos do álcool, porém os efeitos malignos causados por tal abuso resultaram em grande desconforto psiquico e físico. Foi relatado também por estes pacientes que devido a potencialização de felicidade causada pelo aumento de serotonina e de concentração pelo aumento de dopamina estes fizeram uso de superdose do fármaco, cerca de 50 mg, que no caso do paciente é um número cinco vezes maior do que a dosagem prescrita pelo médico. Após três horas da superdosagem o paciente iniciou o quadro de desconforto, tal quadro possuia os seguintes sintomas: nauseas, tontura, hipertermia, cefaléia, agressividade, agitação, taquicardia, midríase e secura das mucosas( associadas a perda de água pela inibição do hormônio ADH em decorrência do uso de àlcool. Conclui-se que o uso de metilfenidato como potencializador do SNC em pacientes na adolescência ou pacientes que tenham qualquer histórico de alcoolismo deve ser revisado evitando casos como o citado a cima.

Terapêutica

A dose usada em crianças a partir de seis anos varia entre 2,5 a 50 mg por dia inicialmente, que pode ser elevada ao máximo de 300 mg por dia. A dose, de acordo com o peso da criança, é de 2 mg/Kg de peso. As doses devem ser dadas preferencialmente pela manhã e na hora do almoço, para não prejudicar o sono. Esta medicação é retirada rapidamente de circulação pelo fígado. Quando a finalidade é melhorar o desempenho acadêmico não haverá necessidade de tomar a medicação nos fins de semana e nas férias. Apesar dessa medicação induzir a dependência nos usuários sem transtorno de hiperatividade, os estudos nessa área mostram que dificilmente uma criança que tenha feito uso prolongado se tornará dependente. Isto é um dado constatado.[carece de fontes?]
Os idosos que não toleram os efeitos colaterais dos antidepressivos podem se beneficiar do metilfenidato. Estudo feito com esta população, mostrou ser uma medicação eficaz com risco de dependência praticamente zero.[carece de fontes?]
Considerações importantes
Não deve ser usado em pacientes em uso de tranilcipromina ou equivalente, em pacientes com arritmias cardíacas, com a síndrome de Tourette, em pacientes psicóticos, com distúrbios de movimentos e com problemas na produção de células sanguíneas. É preferível evitar durante o primeiro trimestre da gestação, apesar de nunca ter sido comunicado efeito deletério no feto.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Metilfenidato

5 de agosto de 2009

Quem sou eu.

Meu nome é Cléber Brito, minha carreira como profissional começou à 14 anos atrás quando terminei o curso de eletrotécnica, naquela ocasião trabalhei como técnico em telefonia instalando e configurando PABX, foi uma época legal, deu-me uma base muito interessante possibilitando-me ter a capacidade de interpretar uma planta-baixa e entender todos os "macetes" necessários para um planejamento de cabeamento estruturado (isso foi muito útil mais tarde na minha carreira como analista).
Dois anos depois formei em eletrônica, neste interim, passei a trabalhar como responsável de uma central de monitoramento eletrônico, ia desde a treinamento dos monitores até conficuração de centrais de alarme, foi onde comecei a ter meu primeiro contato com redes de computadores, ainda era novidade o sistema DVR (Digital Video Recorder)naquela época e, talvez por isso, meu primeiro contato com o "tal do IP" foi bem turbulento, mas não demorou muito a nos entender, foi ai que senti a necessidade de entender um pouco mais o mundo digital e entrei na academia Cisco, aqui mesmo na Bahia, no Senai, se não me falha a memória de 2004 a 2005. Em função do novo conhecimento que passei a ter, fui convidado pela empresa que trabalhava para atuar na área de TI, e acreditem, tive que aprender aos trancos e barrancos.
Bom pessoal, para não ser prolixo demais, depois desse episódio, comecei a minha carreira de certificações, iniciando com a prova da Cisco - CCNA onde fiz uma boa pontuação, me empolguei e comecei a fazer num intervalo de dois-em-dois meses provas de certificação, dando mais ênfase a Microsoft, pelo fato de estar na época, atuando como administrador de redes, num cenário totalmente Microsoft, depois resolvi fazer uma faculdade. Atuei mais tarde, como analista de Redes, numa grande empresa aqui da Bahia, onde tive a oportunidade de gerenciar todo o parque de ativos, quase 100% Cisco (uma experiência sensacional), atualmente, trabalho como instrutor de redes em uma empresa Multinacional, ministrando três cursos diferentes: Redes de Computadores - Comunicação de Dados; Roteadores – Práticas e Laboratórios; Noções de Redes Wireless; e trabalho também na equipe de Network desta empresa.
Bom pessoal, esse é um pequeno resumo de minha carreira profissional, como disse numa outra ocasião, aqui mesmo no Blog, estou iniciando um novo processo de certificações, pretendo até Junho ser um MCITP - Enterprise Administrator.

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