Modelo de Referência OSI

Hoje vamos falar sobre o modelo de referência OSI (Open System Interconnection) porém, em vez de detalhar demais toda a história, será apresentado de forma prática e nada prolixa..

Lei de Kirchhoff

Lei de Kirchhoff Gustav Kirchhoff foi, pelo menos em minha humilde opinião, um dos físicos mais fantásticos, este teve uma contribuição interessante no ramo dos campos elétricos.

Quem sou eu

Meu nome é Cléber Brito, minha carreira como profissional começou à 14 anos atrás quando terminei o curso de eletrotécnica, naquela ocasião trabalhei como técnico em telefonia instalando e configurando.

Video Aula

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

19 de setembro de 2011

Estudo do AD - Parte I

Neste post irei falar sobre a instalação do Active Directory, porém sobre um outro ponto de vista, vou dar uma visão sobre a arquitetura deste. Farei a explanação usando algumas telas printadas.

É importante salientar que o primeiro passo é a configuração do endereçamento IP e este poderá ser feito, caso prefira, em linha de comando. (Está é para a galera do pinguim)

netsh int ip set address name=”Local Area Connection” static 192.168.1.3 255.255.255.0 192.168.1.3
netsh int ip set dns name=”Local Area Connection” static 192.168.1.3

Passo 1 – Uma das formas de instalar o Active Directory é através do comando dcpromo no “run”;

Passo 2 – O Windows irá checar se os binários do AD DS ( Serviços de Domínio de Active Directory).
Fazenda uma rápida explanação, esta tecnologia fornece serviços de autenticação e autorização em uma rede e suporta o gerenciamento de objetos através da GPO. É através dele que nós, os administradores de redes Windows, podemos gerenciar os objetos do AD.
Passo 3 – Vai aparecer um assistente dando a opção de você usar o modo avançado ou o “NNF”, eu prefiro o NNF.

Passo 4 – Vai dar um aviso, informando que Sistemas Operacionais mais antigos tais como, Windows NT, Windows 98 SE não poderão ser autenticados já que têm algoritmos de criptografia antigos.
Mas tem jeito pra isso também, viu? Veja ai embaixo uma dica:

To configure a domain controller to not require SMB packet signing or secure channel signing, disable the following settings in the Default Domain Controllers Policy:
Microsoft network server: Digitally sign communications (always) 
Domain member: Digitally encrypt or sign secure channel data (always) 
Back up the Default Domain Controllers Policy Group Policy object (GPO) before you modify it. Use the Group Policy Management Console (GPMC) to back up the GPO so that it can be restored, if necessary.
Membership in Domain Admins or Enterprise Admins, or equivalent, is the minimum required to complete this procedure. Review details about using the appropriate accounts and group memberships at Local and Domain Default Groups (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=83477).
To disable SMB packet signing enforcement based domain controllers
1. To open GPMC, click Start, click Run, type gpmc.msc, and then click OK.
2. In the console tree, right-click Default Domain Controllers Policy in Domains\Current Domain Name\Group Policy objects\Default Domain Controllers Policy, and then click Edit.
3. In the Group Policy Management Editor window, in the console tree, go to Computer Configuration/Policies/Windows Settings/Security Settings/Local Policies/Security Options.
4. In the details pane, double-click Microsoft network server: Digitally sign communications (always).
5. Verify that the Define this policy setting check box is selected, click Disabled to prevent SMB packet signing from being required, and then click OK.
To apply the Group Policy change immediately, either restart the domain controller or open a command prompt, type the following command, and then press ENTER:
gpupdate /force
http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc731654(WS.10).aspx

Passo 5 – Vai te dar a opção de criar uma nova floresta ou entrar em uma já existente.

Passo 6 – Vamos definir o nome DNS da zona.

Passo 7 – O Windows vai checar se o nome da nova floresta já está em uso.
Passo 8 – Depois o Windows fará um verificação do nome NetBios.
Passo 9 – Você irá decidir o nível funcional da floresta. No nosso caso iremos escolher o “Windows Server 2008”.

Quais as vantagens em escolher esta opção?
Na verdade não muda muita coisa entre o Nível funcional de floresta para o Windows Server 2003 e o Windows Server 2008.
Abaixo descrevo as melhorias citando parte do site “http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc771294.aspx”

Windows Server 2003
Todos os recursos padrão do Active Directory, todos os recursos do nível funcional de domínio do Windows 2000 nativo, além destes:
A disponibilidade da ferramenta de gerenciamento de domínio, Netdom.exe, para se preparar para renomear o controlador de domínio.
Atualização do carimbo de data/hora de logon. O atributo lastLogonTimestamp é atualizado com o último horário de logon do usuário ou computador. Este atributo é replicado no domínio.
A capacidade de definir o atributo userPassword como a senha efetiva no objeto inetOrgPerson e nos objetos de usuário.
A capacidade de redirecionar contêineres de Usuários e Computadores. Por padrão, dois contêineres conhecidos são fornecidos para hospedar contas de computador e usuário/grupo: cn=Computadores, e cn=Usuários,. Esse recurso possibilita a definição de um novo local conhecido para essas contas.
O Gerenciador de Autorização pode armazenar as diretivas de autorização no AD DS.
A delegação limitada é incluída, o que possibilita aos aplicativos tirarem vantagem da delegação segura de credenciais de usuário por meio do protocolo de autenticação Kerberos. Você pode configurar a delegação para que tenha permissão somente para determinados serviços de destino.
A autenticação seletiva possui suporte, o que torna possível especificar os usuários e grupos de uma floresta confiável que terão permissão para autenticar servidores de recursos em uma floresta confiante. 
Windows Server 2008
Todos os recursos padrão do Active Directory, todos os recursos do nível funcional de domínio do Windows Server 2003, além destes:
Suporte à Replicação do Sistema de Arquivos Distribuídos para SYSVOL, o que fornece uma replicação mais robusta e detalhada do conteúdo de SYSVOL.
Serviços de Criptografia Avançados (AES 128 e 256), suporte ao protocolo de autenticação Kerberos. 
Últimas Informações de Logon Interativo, que mostram o horário do último logon interativo bem-sucedido de um usuário, a estação de trabalho que o originou e as falhas nas tentativas de logon desde o último logon.
Diretivas de senha refinadas, que possibilitam que as diretivas de senha e de bloqueio de conta sejam especificadas para usuários e grupos de segurança globais em um domínio.
Windows Server 2008 R2
Todos os recursos padrão do Active Directory, todos os recursos do nível funcional de domínio do Windows Server 2008, além dos seguintes recursos:
Garantia do mecanismo de autenticação, que agrupa informações sobre o tipo do método de logon (cartão inteligente ou nome de usuário/senha) usado para autenticar os usuários de domínio dentro do token Kerberos de cada usuário. Quando esse recurso é ativado em um ambiente de rede que implantou uma infraestrutura de gerenciamento de identidade federado, como o AD FS (Serviços de federação do Active Directory), as informações no token podem ser extraídas sempre que um usuário tentar acessar quaisquer aplicativos com reconhecimento de declarações desenvolvidos para determinar a autorização com base no método de logon de um usuário.

Veja como é fácil elevar o nível funcional:

Clique com o botão direito do mouse no nó da raiz de snap-in Active Directory Domains And Trusts e escolha Raise Forest Functional Level. Lá terá a opção de mudar.
Obs. Depois de elevado, não será mais possível rebaixá-lo.

Passo 10 – O Windows irá fazer um exame na configuração do DNS.
Passo 11 – Aparecerá uma recomendação de que o Serviço DNS seja instalado neste DC, quanto às informações sobre o Catálogo Global e o RODCs (que aparece nesta tela), falarei em outro post.
Passo 12 - Uma caixa de diálogo irá aparecer informando que uma delegação para este servidor DNS não pode ser criada porque a zona pai não pode ser encontrado ou não está executando o servidor DNS. A razão para isso é que este é o primeiro DC na rede. Não se preocupe, clique em Sim para continuar.

Passo 13 – Vai aparecer a opção de você escolher onde será instalado os diretórios de log, banco de dados do AD e o SYSVOL. A Microsoft recomenda que os logs e a base de dados sejam instalado em caminhos diferentes. (Na boa, o próximo post eu explico o que são o: SYSVOL e o NTDS).

Passo 14 – Aqui você define a senha de restauração do Active Directory. Caso você tenha esqueci a senha poderá usar os seguintes comandos para resetar a senha:

NTDSUTIL
set dsrm password
reset password on server null

Vai pedir pra você digitar duas vezes a senha e pronto, a senha já foi alterada.

Passo 15 – Vai aparecer um resumo informando sobre a instalação, se você quiser, poderá exportar as informações para um arquivo de resposta.

Passo 16 – Neste momento o assistente irá escrever as configurações feitas.
Passo 17 – Depois é só reiniciar e o seu AD DS está instalado.



Nos próximos posts, irei falar mais sobre o SYSVOL, NTDS, kerberos e o LDAP

12 de setembro de 2011

Lei de Kirchhoff

Lei de Kirchhoff

Gustav Kirchhoff foi, pelo menos em minha humilde opinião, um dos físicos mais fantásticos que já existiu, este teve uma contribuição interessante no ramo dos campos elétricos. Foi ele o autor das leis que estudaremos neste post: 1ª Lei de Kirchhoff (Lei dos Nós) e 2ª Lei de Kirchhoff (Lei das Malhas).

Lei dos Nós
Esta lei determina que, em qualquer instante, é nula a soma algébrica das correntes que entram no nó de um circuito.
I n = 0
 

Vou tentar ser mais claro, vamos estudar esta imagem abaixo:

Observando a direção das correntes elétricas, poderemos defini-las da seguinte forma:
As correntes saintes do nó, iremos considerá-las como negativas e as entrantes como positivas, assim sendo teremos a seguinte equação.

-i1+i2-i3+i4=0

ou

i2+14 = i1+i3


Lei das Malhas

Este é um dos alicerces da teoria de circuitos. Ela estabelece que a somatória algébrica das tensões sobre os componentes elétricos em uma malha fechada é igual a zero.


VT +(-V1)+(-V2)+(-V3) = 0  //
VT = V1+V2+V3
Vamos agora colocar as mãos na massa e brincar um pouquinho com física.
Abaixo segue um esquema elétrico onde o objetivo é encontrar o valor das correntes que passam por ele.


1. Para começarmos, podemos usar a lei dos nó.
Vamos definir o sentindo da corrente como a convencional (partindo do polo positivo para o negativo)


Aplicando a lei das correntes, teremos:
i1 = i2+i3 (No nó B, entra a corrente i1 e saem como i2 e i3)
Guardem esta informação porque será util mais tarde

Aplicando a lei das tensões:
Vamos dividir o circuito em malhas.

Malha 1 – ABEFA (Malha completa)
Vamos aplicar agora a lei de ohm.
Neste momento vamos somar as tensões. (Lembra o enunciado a lei das malhas? a somatória algébrica das tensões sobre os componentes elétricos em uma malha fechada é igual a zero.)

2i1+10i2+5+(-4)=0

Obs.: Na fonte de 4 volts teremos que diminuir já que a agora teremos um sinal negativo.

Malha 2 – BCDEB (Malha completa)

-10+4i3+2+8i3+(-5)+(-10i2)=0

Agora vamos simplificar as duas equações.

2i1+10i2+1=0

12i3-10i2-13=0

Agora termos 3 equações, como segue:

i1=i2+i3
2i1+10i2+1=0
-10i2+12i3-13=0

Vamos usar o sistema da substituição para descobrir os valores das correntes:

Se vocês perceberam, podemos usar a primeira equação para substituir na segunda, então vamos lá...

2(i2+i3)+10i2+1=0
2i2+2i3+10i2+1=0
12i2+2i3+1=0

Vamos agora anular colocar em evidência uma icogníta

 12i2+2i3+1=0            x(10)
-10i2+12i3-13=0         x(12)

 120i2+200i3+10=0  
-120i2+144i3-156=0
344i3-146=0
344i3=146
i3=146/344

i3 = 0,42A

Descobrimos o valor da corrente i3, legal, né? :)

Vamos agora descobrir o valor de i2

12i3-10i2-13=0

(12x0,42)-10i2-13=0
5,04-10i2-13=0
-10i2=13-5,04
-10i2=7,96

i2=-0,8A
Perceba que agora o resultado ficou negativo, ou seja, o sentindo de i2 está em oposição ao sentido horário.

               

Como pode-se ver na figura, o sentido da corrente i2 é oposto à i1.

Agora ficou fácil!

Lembram da primeira equação? i1=i2+i3 => Vamos lá...

i1 = 0,42+(-0,8)
i1 = -0,38A

Com esta conta, percebemos que só acertamos o sentindo da corrente de i3 (hehehehe) acho que não vai dá pra jogar na loteria.




i1 = 380 mA
i2 = 800mA
i3 = 420mA

19 de janeiro de 2010

Passei!!!! 70-642

É como muita alegria que compartilho com vocês a minha aprovação na prova Exam 70-642: TS: Windows Server 2008 Network Infrastructure, Configuring

Para quem conhece o conteúdo da prova 70-291, a 70-642 não oferece muitas dificuldades, estudei pelo, MCTS Self-Paced Training Kit (Exam 70-642): Configuring Windows Server® 2008 Network Infrastructure e na última semana antes da prova fiz alguns simulados. Agora estou pensando em fazer uma prova da cisco, a CCDA e, continuar a postar no blog.

Segue abaixo parte do meu transcript das certificações da Microsoft.



Microsoft Certified Professional Transcript


Latest Activity Recorded Jan 18, 2010

Not an official transcript


To create a print-ready, official copy, click the Download Transcript button to the right



CLEBER SANTOS

XXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXX
clebercbs@gmail.com


Microsoft Certified Professional ID: XXXXXXX

Microsoft Certification Status


Credential Certification / Version Date Achieved


Microsoft Certified Technology Specialist Jan 18, 2010

Windows Server 2008 Network Infrastructure, Configuration Jan 18, 2010

Microsoft Certified Desktop Support Technician Jul 05, 2007

Microsoft Windows XP Jul 05, 2007

Microsoft Certified Systems Administrator Jul 05, 2007

Microsoft Windows Server 2003 Jul 05, 2007

Microsoft Certified Professional May 30, 2006


Microsoft Certification Exams Completed Successfully


Exam ID Description Date Completed

642 TS:Windows Server 2008 Network Infrastructure, Configuring Jan 18, 2010

272 Supporting Users and Troubleshooting Desktop Applications on a Microsoft® Windows® XP Operating System Jul 05, 2007

271 Supporting Users and Troubleshooting a Microsoft® Windows® XP Operating System Feb 14, 2007

291 Implementing, Managing, and Maintaining a Microsoft Windows Server 2003 Network Infrastructure Oct 10, 2006

210 Installing, Configuring, and Administering Microsoft® Windows® 2000 Professional Jun 28, 2006

290 Managing and Maintaining a Microsoft Windows Server 2003 Environment May 30, 2006

27 de dezembro de 2009

IPSEC

Hoje vamos falar um pouco sobre o IPSEC, tenho como objetivo nesta postagem dá uma visão geral como base para práticas que faremos mais à frente.

Então vamos “arregaçar as mangas e mãos a obra!”

O IPSEC (Internet Protocol Security), originalmente projetado para o IPv6 foi criado com o intuito de proteger as redes mantendo seguros os pacotes IP através de: integridade dos dados trafegados na rede; confidencialidade (criptografia); autenticação da origem dos dados e proteção contra replay*. Podemos, portanto, dizer que o IPSEC tem como objetivos alcançar uma rede que contemple:

Confidencialidade; Integridade; Autenticação (CIA).

O primeiro passo ao entendimento é sabermos como uma rede baseada em IPSEC realiza as conexões. Ela é feita através da SA (Security Association) que nada mais é do que um estabelecimento de conexão segura entre dois pontos; esta comunicação pode incluir chaves de criptografia, certificados digitais, autenticação de dados, entres outros. Estes serviços de segurança são oferecidos pela Associação de Segurança através de AH (Authentication Header) e/ou ESP (Encapsutalating Security Payload).

Obs 1.Esta comunicação é simples, ou seja, se houver a necessidade de tráfego seguro em ambos os sentidos, será necessário duas SA.

Cabeçalho de Autenticação

Como o próprio nome já diz o AH é um cabeçalho que adiciona autenticidade e integridade entre o cabeçalho IP (Camada 3), e o TCP (Camada 4), conforme figura à baixo.

Referindo-se à autenticidade, o campo Autentication data (mostrado no último campo) está encarregado de exercer essa função. Neste campo há o ICV (Integrity Check Value). Segundo a RFC 2402, através do ICV são realizados cálculos sobre IP (como o endereço de origem nunca muda, coloca-lo na verificação torna quase impossível para um intruso falsificar a origem de um pacote) e todos os campos do AH, depois são enviados ao destinatário que, por sua vez, realiza os mesmos cálculos e compara o resultado para autenticar a comunicação e verificar a sua integridade. Este é construído no padrão de algoritmos hash** como o MD5 (quase que descontinuado por questão de segurança)*** ou o SHA-1**** para autenticação dos dados.
O uso do HMAC***** é interessante já que este incorpora um valor secreto durante a criação do ICV. Neste caso, se um invasor tentar recalcular um hash, sem o valor secreto será muito difícil recriar o ICV adequado.

Obs 2. O cabeçalho AH não permite criptografia dos dados; portanto, ele é útil principalmente quando a verificação da integridade é necessária, mas não o sigilo.

Encapsulamento de segurança da carga útil

o ESP (Encapsulating Security Payload) é usado para fornecer confidencialidade, autenticação da origem dos dados, integridade sem conexão, um serviço anti-repetição (uma forma parcial
de integridade) e confidencialidade do fluxo de tráfego limitado.
Bom pessoal, como vocês devem ter visto o ESP faz tudo que o AH faz e muito mais, vamos falar apenas a diferença que há entre eles.
Abaixo segue a estrutura do protocolo ESP.

Em termos simples, através do ESP é possível criar canais seguros com criptografia e, também, permitir a inclusão de assinatura digital em cada pacote transportado.
A criptografia pode ser feita de duas formas : criptografando apenas a camada original superior do protocolo ou todo o pacote IP original.
Modos de funcionamento
O IPSEC pode ser usado em dois modos: Modo de transporte e modo de túnel. Abaixo segue figura ilustrativa dos dois modos:


Como mostrado na figura acima, o modo de transporte a SA é feita entre os dois equipamentos finais. Isto pode representar algumas desvantagens, tais como: O cabeçalho IP é mantido intacto, ou seja, utiliza os endereços originais, e não recebe proteção, apenas o cabeçalho de transporte e os seus dados são encapsulados nos dados de carga útil.
Já no modo de túnel a comunicação é feita através de gateway que pode ser, um servidor VPN, um firewall. Neste caso todo o pacote é tratado como o módulo de dados de um novo pacote IP. Assim, pode ser usado para enviar dados cifrados através de um túnel, o que permite enviar dados independentemente da infraestrutura utilizada.


* O ataque de replay consiste em salvar os pacotes transmitidos por uma comunicação entre duas entidades e depois reutilizá-los na tentativa de forjar uma nova comunicação. Em alguns casos, mesmo o conteúdo cifrado pode ser alvo deste ataque. O ataque de replay também pode ser realizado, caso seja possível extrair porções corretas de texto cifrado associadas a informações importantes.
** Um hash é uma seqüencia de bits geradas por um algoritmo de dispersão, em geral representada em base hexadecimal, que permite a visualização em letras e números (0 a 9 e A a F), representando 1/2 byte cada. O conceito teórico diz que "hash é a transformação de uma grande quantidade de informações em uma pequena quantidade de informações".
***O MD5 (Message-Digest algorithm 5) é um algoritmo de hash de 128 bits unidirecional desenvolvido pela RSA Data Security, Inc., descrito na RFC 1321, e muito utilizado por softwares com protocolo par-a-par (P2P, ou Peer-to-Peer, em inglês), verificação de integridade e logins. Existem alguns métodos de ataque divulgados para o MD5[1][2].
**** Mecanismo de autenticação de mensagens usando funções de hash criptografadas. HMAC pode ser usado com qualquer função hash criptografada , por exemplo, MD5, SHA-1, em combinação com uma chave secreta compartilhada. A força de criptografia de HMAC depende das propriedades da função hash subjacente.








Referências:

http://unixwiz.net/techtips/iguide-ipsec.html
http://www.cic.unb.br/~pedro/trabs/vpn.pdf
http://pt.wikipedia.org/wiki/SHA1
http://www.faqs.org/rfcs/rfc2402.html
http://www.ietf.org/rfc/rfc2104.txt
www.ietf.org/rfc/rfc2401.txt
TCP/IP a Bíblia de RobScrimger, Paul LaSalle, Mridula Parihar e Meeta Gupta. - Editora Campus
Redes de Computadores de Andrew S. Tanenbaum  - 4ª edição


22 de dezembro de 2009

Ufá!!!

Galera, estava hoje fazendo uma prática de DHCP NAP e me deparei com um problema que pode parecer bobagem para alguns mas, para mim, me deu um certo trabalho. O cliente DHCP sempre pegava um IP desconhecido 192.168.85.2, daí, fazendo uma rápida pesquisa no Oraculo (Google) descobri como resolver este problema, lá vai.


Details
I want to disable the VMware DHCP service on my host computer. What steps do I need to take?

Solution
Follow the steps shown below for your host operating system. On a Windows host, you can choose to disable the service completely or to set it to start only when you start it manually.

Windows 2000

Click Start, then choose Settings>Control Panel>Administrative Tools>Services.
Scroll down and select VMware DHCP Service.
Right-click the highlighted line and choose Properties.
Click the Stop button.
In the Startup type list, select Disable or Manual.
Click OK.
Windows XP Home

Click Start, then choose Settings>Control Panel.
Click Performance and Maintenance.
Click Administrative Tools.
Double-click Services.
Scroll down and select VMware DHCP Service.
Right-click the highlighted line and choose Properties.
Click the Stop button.
In the Startup type list, select Disable or Manual.
Click OK.
Windows XP Professional or Windows Server 2003

Click Start, then choose Settings>Control Panel.
Click Administrative Tools.
Double-click Services.
Scroll down and select VMware DHCP Service.
Right-click the highlighted line and choose Properties.
Click the Stop button.
In the Startup type list, select Disable or Manual.
Click OK.
Linux for Workstation 5.x and VMware Server 1.x

Open the file /usr/lib/vmware/net-services.sh in a text editor.
Locate the following section (lines 697-699, as seen in Workstation 5.5.1, build 19175):
vmware_bg_exec 'Host-only networking on /dev/vmnet'"$vHubNr" \
  vmware_start_hostonly "$vHubNr" 'vmnet'"$vHubNr" \
  "$hostaddr" "$netmask" 'yes'
Change yes to no. The resulting section should look like this:
vmware_bg_exec 'Host-only networking on /dev/vmnet'"$vHubNr" \
  vmware_start_hostonly "$vHubNr" 'vmnet'"$vHubNr" \
  "$hostaddr" "$netmask" 'no'
Save the file.
As root, run /usr/lib/vmware/net-services.sh restart to restart the service.
Linux for Workstation 4.x and GSX Server 3.x

Power off any open virtual machines (and close any associated remote consoles).
Open the file /etc/init.d/vmware in a text editor.
Locate the following section:
# Start a DHCP server on a private IP network
vmware_start_dhcpd() {
  local vHostIf="$1" # IN

  # The daemon already logs its output in the system log, so we can safely
  # trash it
  cd "$vmdb_answer_BINDIR" && "$vmdb_answer_BINDIR"/"$dhcpd" \
    -cf "$vmware_etc_dir"/"$vHostIf"/dhcpd/dhcpd.conf \
    -lf "$vmware_etc_dir"/"$vHostIf"/dhcpd/dhcpd.leases \
    -pf /var/run/"$dhcpd"-"$vHostIf".pid "$vHostIf" >/dev/null 2>&1
}
Add the line exit 1 in the position shown below.
# Start a DHCP server on a private IP network
vmware_start_dhcpd() {
  local vHostIf="$1" # IN
  exit 1

  # The daemon already logs its output in the system log, so we can safely
  # trash it
  cd "$vmdb_answer_BINDIR" && "$vmdb_answer_BINDIR"/"$dhcpd" \
    -cf "$vmware_etc_dir"/"$vHostIf"/dhcpd/dhcpd.conf \
    -lf "$vmware_etc_dir"/"$vHostIf"/dhcpd/dhcpd.leases \
    -pf /var/run/"$dhcpd"-"$vHostIf".pid "$vHostIf" >/dev/null 2>&1
}
Save /etc/init.d/vmware.
Restart your host operating system.

Link da solução.

19 de dezembro de 2009

Modelo de referência OSI

Hoje vamos falar sobre o modelo de referência OSI (Open System Interconnection) porém, em vez de detalhar demais toda a história, será apresentado de forma prática e nada prolixa.
O modelo OSI consiste de 7 camadas. Cada camada define uma função específica duma rede que são divididas da seguinte maneira:

As três primeiras camadas embora sejam importantíssimas, não farão parte do nosso cotidiano, como administrador de redes, salvo a camada 7 em alguns casos.

Camada 7 (Aplicação) – Está relacionado com a interface entre a rede e a aplicação. Em termos simples pode-se dizer que está se refere aos serviços de comunicação para aplicativos.
Alguns dos protocolos relacionados são:
Telnet; HTTP; FTP; SMTP e etc.

Camada 6 (Apresentação) – Esta camada está mais relacionada a definir formatos de dados, como textos ASCII e EBCDIC. Uma outra parte que tem a ver é a criptografia.
Alguns dos exemplos:
JPEG, MPEG, GIF e etc.

Camada 5 (Sessão) – Trabalha junto os aplicativos fazendo com que estes se comuniquem, estabelecendo uma conexão virtual, através dessa conexão é onde ele define o início, o controle e o final da comunicação.
Alguns exemplos:
RPC, SQL, AppleTalk e etc.

A partir daqui as informações serão mais aproveitáveis ao nosso mundo das redes.

Camada 4 (Transporte) – Sua função é promover uma transferência de dados confiável e econômica entre as máquinas de origem e de destino, independente do que há entre elas, quer seja um simples switch ou uma rede complexa com centenas de ativos de redes. Além disso é nesta camada que há a correção de erros.
Alguns dos protocolos relacionados:
TCP, UDP, SPX.

Camada 3 (Rede) – Esta camada é que dá nome à nossa profissão (Administrador de REDES), a principal função desta camada é definir como os pacotes (dados) caminham, ou seja, define a entrega destes dados fim-a-fim. É responsável também pelo endereçamento lógico dos ativos de redes, este endereçamento chama-se IP (Internet Protocol).
Alguns protocolos relacionados são:
IP, IPX, RIP, OSPF e etc.

Camada 2 (Enlace) – Estado de enlace, como também e conhecido, define regras (protocolos) que determinam quando um dispositivo pode enviar dados sobre um determinado meio físico. Ele também detecta e em alguns casos, até mesmo corrige erros. Tem também como função endereçar fisicamente os NIC (Network Interface Card). E, por fim, em alguns padrões, como o IEEE 802, esta camada é dividida em duas partes: LLC (Logical Link Control) -  É nesta subcamada que é criado o quadro, também faz um tipo de controle de fluxo e, neste caso, evitando que um nó transmita frames a mais do que o destinatário possa aguentar e por fim faz a detecção de bits errados, podendo até mesmo fazer correções.
Alguns protocolos relacionados são:
HDLC, PPP, Frame-Relay e etc.

Camada 1 (Física) – É responsável primordialmente por servir como meio para o tráfego dos bits. Estes meios podem ser: ar, par metálico, fibra ótica.

Agora vem a questão: Por que ver a rede dividida dessa forma é importante?
Para mostrar a importância desse conceito, vou citar um exemplo real, aconteceu comigo.

Fui designado a resolver um problema de falha de comunicação do servidor num determinado banco aqui da Bahia, quando cheguei no CPD e vi vários racks com muitos roteadores, switches, servidores, e path-panels, pensei: - Não adianta se desesperar, ---risos--- divida o problema em camadas que tudo vai dar certo (pessoal, pode parecer que estou floreando a história, mas foi exatamente assim). A primeira coisa que observei foram os cabos de conexão (camada 1), já que o servidor (Sistema Operacional – Camada 7) estava funcionando corretamente, percebi que os cabos estavam em boas condições, ai pensei, não vou ligar para a operadora porque os outro servidores estão funcionando corretamente portanto as camadas Camada 3 roteamento e Camada 2 protocolo de WAN, estão funcionando corretamento, vou ver se a placa de rede está funcionando corretamente, e dei um ping no meu endereço de loopback para ver se o protocolo de camada 4 estava corretamente configurado e, para minha surpresa, não respondeu o ping, após uma minuciosa avaliação descobri que a placa do servidor estava com problema.
Esta manutenção não durou mais do que 20 minutos, percebam como o conhecimento referente ao modelo de referência OSI ajudou-me neste caso, além da questão de manutenção, dividir a rede em camadas ajuda também, na interoperabilidade, a engenharia modular e té mesmo no aprendizado, tanto sim que, embora este modelo não seja mais praticado pelo fabricantes, ainda assim é amplamente difundido nos meios acadêmicos.

Bom pessoal, este foi apenas um overview do que vem a ser este modelo, à medida que formos falando mais coisas iremos implementar informações que irão acrescentar a este conhecimento.



11 de dezembro de 2009

GNZ

O Global Names Zone (GNZ) é um novo recurso utilizado no Windows Server 2008 que habilita clientes DNS dentro duma floresta no AD a usar o simples nome para comunicação. Esta característica é útil levando-se em consideração que em muitas situações é mais interessante usar um nome simples para identificar um ativo numa grande rede do que o FQDN. Mas, talvez você pense que o GNZ veio para substituir o WINS, eu particularmente acho que não (pelo menos por enquanto), e digo apenas dois motivos que me veio neste momento a memória: o WINS faz atualização dinamicamente, o GNZ tem que ser feito manualmente através do DNS, o WINS pode trabalhar com S.O mais antigos, o GNZ só trabalha com servidores Windows 2008.
Mas o meu objetivo nesta postagem é falar bem do GNZ e não mal (risos), então vamos lá.
Se você está querendo aposentar o seu servidor WINS, ou está pensando em implantar IPv6 no seu ambiente, o Globalnames cairá como uma luva. Percebam que muitos clientes atualmente estão dando importância a resolver nomes na rede utilizando um único nome, no caso do GNZ estes nomes estão registrados no DNS para o domínio ao qual eles pertencem. Outro ponto legal é que para um cliente com vários domínios, gerir uma lista de pesquisa de sufixo para todos os clientes pode ser pesado, por este motivo em ambientes que exigem uma única resolução de nomes simples o GNZ oferece uma solução mais escalável.

Para ficar mais claro, vamos criar um pequeno cenário:

Os administradores de TI numa empresa decidiram que irão tirar todos os servidores WINS e parar de usar NetBT. Eles querem desenvolver um ambiente que trabalhe com o IPv4 e IPv6 . Eles também querem, no entanto, continuar a ser capaz de garantir que os nomes de host de servidores importantes, tais como servidores Web, permanecem originais por toda a floresta.
Após um estudo minucioso decidiram que um dos nomes que será chamado na Zona GlobalNames de serverwer, de modo que se um usuário digitar na barra de endereços do navegador serverweb, ele será direcionado para o nome de domínio totalmente qualificado que é configurado no GNZ.

Requisitos de configuração
Pré-requisitos

Para obter a funcionalidade GNZ num determinado domínio ou floresta, todos os servidores de DNS autoritários deve estar executando o Windows Server 2008.

Assegure-se que não há nenhuma zona previamente existente chamado GlobalNames. Se houver, você deve renomear a zona existente.

Assegurar que a definição de registo GlobalNames zona foi ativado em todos os servidores de DNS, incluindo aqueles que não hospeda o GNZ localmente, usando dnscmd como segue:
dnscmd ./ config /enableglobalnamessupport 1.

Pelo fato do GNZ ser estático na sua configuração, quando tem o AD DS integrado, ele não deve produzir uma quantidade excessiva de tráfego na rede entre os servidores de DNS do controlador de domínio que hospeda o GNZ.


Obs. 1 Galera, estou fazendo esta postagem às 02 da manhã, prometo a vocês que o mais breve possível mostrarei em uma vídeo aula como configurar o GNZ.

Ob. 2 Quanto ao curso de VBScript, eu não me esqueci, voltarei a postar o mais breve possível.

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More